Ivone Leão

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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Sal negro do Himalaia

Hoje uma querida amiga me deixou uma mensagem perguntando minha opinião sobre o sal negro do Himalaia, como eu penso que o que é útil pra uma pessoa pode ser útil a muitas outras resolvi dividir aqui no Blog e expandir um pouco sobre o assunto.

Oi Ivone!!! Tudo bem? Vi que você fez curso de ayurvedica e queria te perguntar sobre o sal negro, é bom?

Muitos beijos!
Ivone










Olá Dani fique a vontade! Quanto ao sal o grande problema é o refinado eu uso o sal marinho, o negro o que ele se propõe é conter maior quantidade de minerais como o ferro entre outros e baixo teor de sódio. Por ser de região vulcânica então ele é um sal mineral e não marinho é semelhante a proposta do sal rosa do Himalaia mesmo por que ele vem da cordilheira do Himalaia. Eu sou uma pessoa orgânica ou seja tenho sempre um olhar orgânico para o que escolho para utilizar, como tenho amor imenso pelo Himalaia estudei sua história desde bem moleca prefiro usar o meu brasileiro marinho repleto de sais minerais. Me perdoe o modo direto de ser mais não posso ser de outro modo, é um sal inúmeras vezes mais caro e não acredito que vá trazer tantos benefícios assim em relação custo + benefício + preservação. Estamos vivendo a volta ao natural e natural é natural e deveria sempre ter por base usar o que é mais perto de nós . É ecológico e preserva o planeta. Se tiver uma alimentação integral e isso inclui o sal marinho pois ele é apenas moído e não refinado, vegetais, tomar sol 15 minutos por dia o que equivale a 10.000 unid/dia de vitamina D orientação da OMS. Já estará num belo caminho da saúde e lógico, boa respiração, movimentos corporais diários tipo caminhada ou yoga que é melhor ainda, e manter boas relações a saúde é inevitável! rs Beijo disponha!
Claro fiz pra ela um pequeno resumo...
Mas o caminho é por aí!

Os Himalaias são a mais alta cadeia montanhosa do mundo, localizada entre a planície indo-gangética, ao sul, e o planalto tibetano, ao norte. A cordilheira abrange cinco países (Paquistão, Índia, China (que inclui o Tibete), Nepal e Butão) e nela se situa a montanha mais alta do planeta, o Monte Everest.



As cordilheiras do Himalaia são riquíssimas em minerais incluindo o ouro, estudei sobre o Tibete assim como a Índia bem menina ainda e me apaixonei pela pureza do seu povo, sua religiosidade e beleza. Essa região é uma reserva espiritual do planeta que foi corrompida quando da guerra onde a China passou a 'administrar', no caso do Tibete, tendo o próprio Dalai Lama o simbolo maior de sua religiosidade que deixar o Potala indo se exilar na Índia, é como se o Papa para os católicos tivesse que deixar o Vaticano.

O Butão é aquele país onde existe o FIB taxa de felicidade bruta... Por aí dá pra ter um bom material de se pensar se vale a pena consumir produtos aqui no Brasil riquíssimo em praias especialmente nordestinas de onde vem o nosso sal marinho.

Sal marinho é um dom brasileiro enquanto o sal das montanhas do Himalaia como vemos no mercado de consumo tido como saudável é uma contramão, como tantas coisas que acontecem e sempre aconteceram no mercado de compra e venda tão mal orientado, bom pra poucos e péssimo para milhares.


Eu sou uma pessoa orgânica, nas minhas relações pessoais e nas minhas relações nacionais e internacionais. 

Tenho responsabilidade nos corações que toco e nas coisas que compro, de nada adianta ficar criticando o que está fora se tem tanto trabalho a ser feito dentro de nós e pertinho da gente.



Leia sete anos no Tibet.

Sieben Jahre in Tibet (lançado em Portugal como Sete Anos no Tibete) é um livro de viagem autobiográfico escrito pelo autor e alpinista austríaco Heinrich Harrer, baseado em sua experiência real no Tibete entre 1944 e 1951, durante a Segunda Guerra Mundial e o período intercalar antes do exército comunista chinês de Libertação Popular o Tibete em 1950. O alpinista Heinrich Harrer, a partir de sua experiência no Tibete, quando tenta escalar um dos picos mais altos do Himalaia, registra no livro o período histórico (1943-1950) em que a recém-nascida República Popular da China propôs "libertar" o Tibete. A pequena nação protestou dizendo que já era livre, porém, com base no argumento de que o território tibetano era controlado por imperialistas internacionais, a China enviou o seuExército Popular de Libertação e o pequeno contingente militar tibetano não resistiu. O Dali Lama, líder secular e espiritual do país, então com 15 anos de idade, pediu - em vão - ajuda às Nações Unidas.



Leia morte em Vida Severina.

Morte e Vida severina, auto de natal pernambucano é um livro do escritor brasileiro João Cabral de Melo Neto, escrito entre 1954 e 1955 e publicado em 1955. O nome do livro é uma alusão ao sofrimento enfrentado pelo personagem. O livro apresenta um poema dramático, que relata a dura trajetória de um migrante sertanejo (retirante) em busca de uma vida mais fácil e favorável na capital pernambucana.


Todos somos responsáveis pela vida uns dos outros, esquecemos disso... É preciso ensinar uma matéria chamada AMOR nas escolas.

Ivone Leão
Apaixonada pela Vida

Quando preparei esta matéria não entrei no contexto de ser ou não verdadeira a qualidade e a origem dos sais ditos do Himalaia, apenas foquei a "desemportância" em usá-lo, logo após recebi de um amigo o conselho de não dizer que vinha de lá, mas como meu foco era outro deixei. Hoje venho compartilhar abaixo informações sobre sua qualidade e real origem, um belo material só seguir o link abaixo!

http://www.semprequestione.com/2017/06/nutricionista-quebra-o-silencio-e.html











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