Ivone Leão

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Volta as aulas 2012 como podemos melhorar o desempenho de nossos filhos na escola!!




criei meus filhos estimulando neles seus potencias inatos, acredito que cada um de nós possui não apenas uma aptidão mas várias que nem sempre se mostram logo no inicio da infância ou adolescência por isso eu indiquei a meus filhos mais velhos, que após o ensino médio cursassem uma escola técnica onde de imediato teriam uma profissão para mais tarde decidirem sobre os cursos superiores com que mais se afinizassem, e assim foi, essa fórmula realmente os estruturou logo nos primeiros anos da vida adulta profissionalmente.

Sempre achei um tanto difícil para pessoas ainda na adolescência decidirem por  carreira a seguir saindo direto para uma faculdade após o ensino médio, essa é uma opinião minha, talvez por desde bem nova ter encontrado meus rumos profissionais e não encontrar na época um curso superior que me atraísse sentindo em cada um certo limite aos patamares de conhecimento por que me interessava, por isso esse meu modo auto-didata de seguir a vida onde tenho feito cursos específicos com que me identifique tendo quase uma dezena deles.
 

Alguns pais ainda trazem aquela venha formula de tentar fazer de seus filhos uma extensão daquilo que não foram ou que são.
 
Dos meus filhos a quarta é a que tem alguns traços dos meus gostos e dons, gosta de criar suas roupas, de decoração de ambientes e trabalha atualmente com algo que desde menina mostrou aptidão e ainda agora com 21 tem dúvidas na escolha de um curso superior, está entre moda e sistemas para internet!!

Hoje vim desenvolver essa postagem especialmente por que gostaria de comentar sobre um texto que li numa revista da Seicho-no-ie falando sobre a metodologia que um professor desenvolveu na forma de avaliação das provas dos alunos, embora saiba que numa sala com grande número de alunos não seja possível creio que a estrutura da idéia possa ser aproveitada de alguma forma.

O método do professor Kobori consistia que mesmo que o aluno tirasse nota 5 por exemplo, ele não escrevia isso na folha da prova, mas a devolvia ao aluno recomendando-lhe corrigir os erros até poder tirar nota 10, dessa forma as provas que os alunos levavam para casa continham todas nota 10. Assim as mães não tinham como reclamar e sempre que tinha uma oportunidade, ele sugeria às mães para observarem as virtudes dos filhos e os elogiarem.

Por vezes ele deparava com mães que sempre encontravam um motivo para reclamar das crianças. Mas quando as crianças levavam as provas com nota máxima elas passavam a ser elogiadas em casa, desenvolvendo a autoconfiança. Essa autoconfiança, porém não era uma auto-satisfação, porque fora adquirida após refazer a prova até entender tudo. Sendo assim nascia nos alunos o desejo de tirar 10 logo na primeira vez e eles passavam a estudar espontaneamente.

Eu sempre acreditei que o elogio e incentivo dos pais são extremamente importantes durante o crescimento da criança, eu cresci numa casa de muitos filhos e um pai com formação militar não foi fácil para mim.

 
Sei bem que criar filhos ou conduzir salas de aula com alunos vindos de diferentes universos familiares não são tarefas simples, mesmo as ciências que tomam o comportamento humano como foco de estudo ainda hoje navegam no empirismo, embora a neurociência tenha conquistado certo avanço nos últimos anos ainda assim não encontraram nenhum método infalível para construir pessoas emocionalmente bem resolvidas, o que o método do prof. kobori tem de eficiente é a construção positiva da auto-imagem da criança, na neurolinguística sabemos que quando uma palavra ou conceito é repetido periodicamente a uma pessoa ela vai absorve-lo como verdade, dessa forma, uma criança que cresce num ambiente desfavorável onde é criticada maciçamente ela irá crescer insegura e com grande dificuldade nos variados tipos de relacionamento.

Se lembrarmos que apenas 5% é o que trazemos de forma consciente e que 95% está gestado dentro de nosso universo de inconsciência fica fácil imaginar porque temos tantos problemas no progresso social de um país já que é formado por pessoas  que vem da menor célula social, a família, que quando não realiza seu papel que é de conduzir e proteger seus membros vai colaborar de forma negativa com o todo.

Como mãe de um menino de 12 anos esse ano vou me aplicar melhor ainda no acompanhamento de seu ano letivo, adaptando o método do prof. kobori, estimulando nele suas aptidões e acompanhando ainda mais de perto seus estudos. Se algumas escolas públicas ou mesmo particulares não conseguem realizar com sucesso seu papel cívico, se existem professores que cansados ou realmente despreparados emocionalmente para o cargo fazem das salas de aula por vezes ambientes desfavoráveis aos alunos eu é que não vou delegar o meu papel de educadora nesse sistema ou simplesmente cruzar os braços e achar que as coisas mudam por imposições ou mandatos eu acredito em cada um fazendo sua parte e em pessoas bem resolvidas!!



Um abraço
 
Ivone Leão

Apaixonada pela vida!!!

2 comentários:

Daniel Costa disse...

Ivone

Foi com a atenção que me merecem todos os os texto, prosa ou verso, que li a peça. Creio que não haverá um método, excelência. No caso dos pais isso é o primeiro estímulo. Se me é permido, posso dizer dizer: há excepções, exemplo eu: os estímulos nos primeiros quatro anos de escolaridade, vieram dos professores, dos pais não. Dos professores porque fui sempre número um. Para os pais, era vulgar. Já adulto estudei a trabalhar, a passar dois anos em um, com dispensas de orais. Nem assim senti estímulos familiares. Por fim habituei-me a que os estímulos me advenham de acreditar muito em mim próprio.
Claro que, no meio de tudo tenho sido bastante estimulado por terceiros.
Pode parecer impróprio, falar disto, por já ser avó. Porém não perdi o gosto de realizar, mesmo depois de um AVC, medicamente, segundo um retório na minha posse, dado como mortal.
Beijos

Ivone Leão disse...

Daniel, sabes quanto fica mais difícil sermos nossa própria força o tempo todo, bem mais leve ficam os dias se formos estimulados e bem amados por nossos pais desde o início de nossa vida!!
Entendo o que diz pois também tenho essa vontade e gosto por me envolver sempre em novas aprendizagens e a idade não muda em nada isso!!
Beijos!!